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terça-feira, 25 de novembro de 2008

DIA DO PATRONO - dia da nossa Escola

Foi hoje comemorado mais uma vez, na nossa escola, o Dia do Patrono.
Eça de Queirós faria hoje 163 anos.
Realizaram-se durante o dia várias actividades, que terminaram com uma sessão solene onde foram entregues os prémios aos melhores alunos do ano lectivo passado.
Da Turma A destacaram-se quatro, cujos nomes ficarão registados no Quadro de Excelência da Escola.

PARABÉNS Ana Ilhéu, Bruna Varela, Linita Ramgi e João Matos.










segunda-feira, 20 de outubro de 2008

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Murmúrios

Murmúrios:
Os Desabafos de Alguém que Sonha.


“Quem somos?”, “Porque estamos aqui?”, dei por mim a fazer estas perguntas. Alguns chamam-lhes de “clichés”, eu não. As perguntas são para ser feitas, e mais do que feitas, são para serem escutadas.
Algumas pessoas sabem que este Verão tive algumas experiências novas, das quais algumas, muitas pessoas nem pensariam em experimentar. No entanto, estas novas experiências ensinaram-me muitas coisas, coisas essas que mais ou menos 70% das pessoas deste planeta não iriam nunca perceber. Experiências sobre a vida, sobre o medo e sobre a “morte”.
Estava eu descansado, no meu 6ºAno, ingénuo e inocente, mas no entanto tão cheio de pensamentos, confusos, sem nexo, sem sitio para onde ir, e de repente, vindo do nada, aquelas perguntas atingiram-me do nada: “Quem somos?”, “Porque estamos aqui?”. Eu não sabia o que responder aquelas perguntas “sem resposta”. Cinco dias destas férias, talvez não os melhores, mas sem dúvida os dias nos quais aprendi mais. Aprendi a responder a estas “perguntas sem resposta” (daí as aspas).
Durante cinco destes dias de férias, fui para um campanário, num pré-seminário. Para quem não saiba, um pré-seminário é um sítio onde as crianças vão, e onde podem aprender mais sobre Deus, e mais tarde, se quiserem, podem também tornar-se padres. Estive lá, e aprendi tanto, mas tanto como nunca pensaria ser possível. Ouso dizer que naqueles cinco dias, vivi a minha vida por completo.
Como sabem, para o ano que vem, teremos de escolher a área que queremos, e esse campanário serviu para isso mesmo, para me mostrar a minha vocação. E foi isso que aconteceu, agora sei a minha vocação, mas isso digo-vos mais para o final. Para já dou-vos as minhas respostas. Em relação às perguntas sem resposta, aqui está a resposta: façam algo mais útil do que estar a pensar inútil e estupidamente! Não, não foi nisto que aprendi, estava só a brincar. A verdadeira resposta, é que cada um tem as suas respostas às suas perguntas
Quando disse que vivi a minha vida por completo, não devo ter feito explicar. Lá no “pré” (como nós lhe chamamos lá no pré-seminário), os padres ensinaram-nos, muita coisa, a entrar em sintonia com Deus, mas sobretudo, VIVER! Eu sinto que fui para lá e que aprendi a viver e a ver o que quero fazer da vida. Fizemos vários exercícios lá, e experimentámos a vida de padre, de monge, de frade, de casado, de leigo, de vivo e de “morto”. Estas foram as experiências sobre a vida.
Permitam-me um desvio, uma mudança de tema. No outro dia estava a ir para o meu quarto, e estavam os estores todos fechados, porque era de noite. Estava sozinho em casa, pois a minha mãe estava a trabalhar, e, ao atravessar corredor apercebi-me de que estava escuro. Sabem, eu tenho uma espécie de “pancada”, eu acendo sempre as luzes de uma divisão antes de entrar, se estiver escuro. Até ao pré, não sabia porquê. Agora já sei. É pelo simples facto de que, tenho medo do escuro e não o conseguia admitir. A escuridão em si não me mete medo, mas o que dela provém, isso sim, assusta. Eu sei que não me vai aparecer nada á minha frente, como um monstro que grita: “vais morrer!”, mas ainda assim tenho medo. A coragem não é ter medo de nada. Quem não tem medo de nada, não é corajoso, é estúpido! A coragem é olhar o medo nos olhos, confrontá-lo e mandá-lo dar uma volta. Descobri também porque é que tenho medo do escuro, assim como tantas outras pessoas também têm. Mas agora é que a coisa se complica. É que, eu descobri que não tenho medo do escuro, mas do desconhecido. É que, de facto, não sei o que há no escuro, é o desconhecido. E todo o ser humano tem medo do desconhecido. Sabem porque é que temem a “morte”? Eu sei, e como sei um pouco mais do que isso, já não a temo. Mas vou vos contar. Vocês temem a morte, porque não sabem o que vai acontecer depois de morrerem, e por muito que o tentem negar esse pensamento não se irá embora. Novamente o ser humano teme o desconhecido. Mesmo aqueles que enfrentam a “morte” face-a-face, sentem medo. E isso ninguém vai mudar.
Passemos agora ao assunto mais frágil: a “morte”. Deverão estar a pensar porque escrevi “morte” sempre com aspas. Porque eu não acredito na morte. Eu acredito na ressurreição dos mortos, acredito na morte como uma continuação da vida. Aliás, eu não acho que a morte seja a ausência da vida, mas a mais completa demonstração de vida. Já devia ter esclarecido uma coisa: não estou a tentar mudar a maneira de pensar de ninguém, mas a demonstrar o que eu penso. Por isso, encaro a morte com medo, do ser humano que sou, mas sem ele, pois sou cristão.
Para concluir este texto, gostava de vos apresentar o momento mais difícil desses cinco dias. Foi quando, no quinto dia, um padre veio ter comigo e me perguntou: “João, queres ser padre?”. E eu pensei, pensei que talvez esta era a minha vocação. Comecei a imaginar fragmentos deste texto, como um texto de despedida, uma forma de terem sempre uma recordação minha convosco. Soube nesse momento que se dissesse “sim”, tinha de ir viver para um seminário, de dizer adeus a todos os meus sonhos e expectativas para me tornar padre. E aí percebi, percebi qual era a minha resposta. Eu respondi: “Eu quero estar mais próximo de Deus, quero aprender mais sobre Ele, quero ser mais do que sou agora. Mas, não estou disposto a abandonar tudo, a largar as minhas esperanças e sonhos em troca disso. Obrigado Senhor Padre, mas não. Pelo menos por agora.” E como me custou em decidir isso, mas soube o que queria ser apenas no meu último dia lá. Eu quero ser escritor, porquê? Não sei. Mas sei que é isso que quero. Escrever. E espero que este seja o meu primeiro entre muitos textos que escreva, por vontade própria e por gosto.


Obrigado a todos os que lerem este texto,

João

terça-feira, 24 de junho de 2008

Voki do João Soares - semana de 9 a 16 Abril 2008


Get a Voki now!


Pontuação:
Está fantastico ! 10 (50%)
Bastante bom! 3 (15%)
Razoavelzinho, vá… 1 (5%)
Horrendo! 6 (30%)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

sábado, 29 de março de 2008

Desporto versus Escola

IV – CRÓNICA
Desporto versus Escola

Sempre me disseram que o desporto era importante. Mas será que há uma “fase” durante a qual não se pode praticar desporto? Será que podemos confrontar uma actividade física praticada regularmente com a importância da educação na vida de um adolescente?
Falo por mim quando digo que praticar desporto durante a adolescência é das melhores coisas que se pode fazer. Mas praticar desporto exige tempo, e esse tempo vai estar ocupado pelos horários da escola.
Afinal, há aqueles que pensam que não querem saber mais da escola e que querem continuar com o desporto que estão a praticar de momento. Não é essa a atitude correcta, pois sem estudos, nem para varredor de lixo podemos ir, quanto mais ser um desportista famoso… Talento não é tudo, embora seja bastante importante. A atitude é fundamental, e é por isso (entre muitas outras coisas) que nos ensinam na escola.
Depois também há aqueles “marrões” que só querem estudar e que não querem saber nada de desporto. Isso também não é bom, pois o desporto prepara-nos muito bem, fisicamente falando. E depois ainda há os pais que querem que nós façamos desporto, mas não querem que baixemos as notas.
Portanto há três lados: o dos que só se interessam por desporto, os que só se interessam pela escola e o lado dos pais que querem uma espécie de mistura. Na minha opinião, eu acho que os pais têm razão, pois há uma mistura entre o desporto e a escola. Isso é o ideal, pois treinamos uma actividade física, enquanto não deixamos os estudos para trás. No fundo, tudo o que precisamos é de coordenar bem o tempo entre a escola e o desporto que praticamos.


João Soares

Seria interessante comentarem este texto que o João me acabou de enviar.
Ora aqui estão algumas dúvidas e questões pertinentes, que o João levanta, sobre o papel do desporto na vida de um estudante.
Desafio também o Ricardo (Prof. de Ed. Física) a dar a sua opinião.

sexta-feira, 7 de março de 2008

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

João Tomás e Pedro



Na noite de Natal
Vamos festejar
Com o Menino Jesus a observar

Tomás Correia


Alegrai-vos povos do Mundo
E gente em redor
Pois o Senhor nasceu
E só virá o amor.

Os anjos cantam,
Os povos enchem-se de alegria.
Jesus acolheu o Mundo
Filho da Virgem Maria.

Querido Pai Natal
Deixe-me dizer
Que a minha carta de Natal
Será fácil de compreender.

Organizada por capítulos
E por ordem alfabética,
Desde a “bomba atómica”,
À “zebra escanifobética”

A minha carta será curta
Pois eu sou piedoso,
Não terá mais de 100 páginas
Mas cuidado, olhe que eu sou mentiroso.

Querido Pai Natal
Tenho uma pergunta para lhe fazer:
Tenho de ser bonzinho, ou só fingir que sou bonzinho
Para as prendas receber?

João Matos




Jesus, Maria e José
Tudo em tempo de paz
E a vaca e o burro
No Presépio estão a trás.

Vieram os três reis magos
Belchior Baltazar e Gaspar
Que noite feliz
Com os anjos a cantar.

Nasceu Jesus
No dia de Natal
Celebra-se o 25 de Dezembro
Aqui em Portugal

Reis Magos oferecem
Ouro, incenso e mirra
Lá está o Menino Jesus
A fazer uma birra.

Pedro Rocha